Mostrando postagens com marcador ATLETAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ATLETAS. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de maio de 2009

TREINAMENTO RESISTIDO COM PESOS NO EXERCÍCIO SUPINO PLANO: COMPARAÇÃO ENTRE REPETIÇÕES MÁXIMAS EXECUTADAS EM MÁQUINAS E PESOS LIVRES

ANAIS DA III MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA 27 DE NOVEMBRO DE 2004 UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BLUMENAU – SANTA CATARINA CARDOSO JÚNIOR, Mauriti Marcos
BARROS JÚNIOR, Jairo Jerônimo
MOURA, João Augusto Reis de
RESUMO:É crescente, nas últimas décadas, o número de pesquisas na área do Treinamento Resistido com Pesos (TRP).Uma das necessidades é um maior rigor no que se refere a determinação de um valor mais exato na carga total de treino e de sua intensidade, mais especificamente na quilagem, em uma sessão de treino. Não se sabe se, em um mesmo esforço relativo (% de 1RM), a capacidade de produzir repetições (repetições máximas – RM) em um exercício seria similar entre a execução com pesos livres (PL) ou em máquina (MQ). Assim, o presente estudo teve como objetivo comparar a produção de força e resistência muscular local (através de % de 1RM e RM) entre o exercício supino plano executado com barra e anilhas e em máquinas de TRP. Para tal, serão testados 30 homens segmentados em três grupos de diferente condicionamento físico (10 pouco familiarizados, 10 familiarizados e 10 experientes). Até o presente momento tem-se coletados oitos sujeitos experientes os quais estão sendo analisados como dados parciais deste estudo. Seis dias de testes estão sendo utilizados para coleta de dados nos exercício supino. 1º dia: coleta dos dados de força máxima (através do teste de 1RM com protocolo proposto por Moura et al., 1997) em PL e MQ, com intuito de obter-se os dados para os dias posteriores de testagem de RM. 2º dia: teste de RM a 90% de 1RM em PL e MQ. 3º dia: teste de RM a 75% de 1RM em PL. 4º dia: teste de RM a 75% de 1RM em MQ. 5º dia: teste de RM a 60% de 1RM em PL. 6º dia: teste de RM a 60% de 1RM em MQ. Os resultados parciais apontam que o teste “t” de Student não apresentou diferença significativa (p>0,05) entre as médias de RM a 90% (PL=56,6±1,3RM; MQ=4,5±1,8RM), 75% (PL=11,5±2,4RM; MQ=11,3±3,3RM) e 60% de 1RM (PL=19,8±5,7RM; MQ=20,7±4,9RM). A Correlação Produto Momento de Pearson apresentou valores significativos estatisticamente (p<0,05) r="0,800" r="0,622).">Palavras chave: exercícios em pesos livres, máquinas de treinamento de força, prescrição de treino.

Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1415-8426

ANAIS DA III MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA 27 DE NOVEMBRO DE 2004 UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BLUMENAU – SANTA CATARINA BARROS JÚNIOR, Jairo Jerônimo
CARDOSO JÚNIOR, Mauriti Marcos
MOURA, João Augusto Reis de;
RESUMO:
Dentre os movimentos competitivos da modalidade de levantamento básico (powerlifting) o exercício de levantamento terra é executado através de elevada flexão do quadril e coluna vertebral (fase excêntrica) e correspondente extensão do quadril e coluna (fase concêntrica). Como os levantamentos são máximos (uma repetição máxima – 1RM), qualquer interferência negativa no movimento pode influenciar de forma deletéria o resultado, podendo-se hipotetizar que um destes fatores poderia ser a pouca flexibilidade de quadril e/ou da coluna vertebral. Assim, o objetivo do presente estudo foi de analisar se adiposidade da região abdominal (quantificada através dos valores de Dobras Cutâneas (DC) e Perímetros Corporais (PC)) influencia no movimento de flexão do quadril e coluna vertebral. Para tal 51 atletas (38 homens e 13 mulheres) de levantamento básico participantes dos XXIII Campeonato Brasileiro de Powerlifting realizado em Brusque (SC) em 2004, submeteram-se a mensurações antropométricas de DC e PC. A flexibilidade de coluna vertebral e quadril foram aferidos através do teste de sentar e alcançar no Banco de Wells. Os atletas foram avaliados um a dois dias antes da competição sendo todos voluntários e precedentes de várias regiões do Brasil. Os resultados apontaram que as atletas mulheres, independentes da faixa etária, são superiores aos atletas homens em flexibilidade. O Coeficiente de Correlação de Pearson demonstrou que as associações entre PC e Flexibilidade são baixas (PC de abdômen r= -0,241; cintura r= -0,352; tórax r= -0,340 e coxa média r= - 0,139) o mesmo ocorrendo para as DC (DC suprailíaca r= -0,292; abdominal vertical r= - 0,272; abdominal horizontal r= -0,182 e coxa média r= -0,100). Para aprofundamento de análise utilizaram-se somatórios de DC e PC, que tivessem relação com o movimento executado, para testar as respectivas asociações com a flexibilidade. Os somatórios de PC abdominal + tórax e de cintura + tórax apresentaram r= -0,307 e r= -0,351, respectivamente, e os somatórios de DC suprailíaca + abdominal horizontal e abdominal vertical + suprailíaca + coxa média apresentaram r= -0,263 e r= -0,208, respectivamente. Conclui-se que a adiposidade corporal localizada na região abdominal estimada através da quantificação de PC e espessura de DC não afeta a flexibilidade de quadril e coluna vertebral e, sendo assim, não deverá ter efeito deletério sobre o desempenho do levantamento terra. Atletas magros ou gordos poderão executar este movimento sem maiores restrições. Palavras chave: adiposidade corporal, atletas de powerlifting, antropometria.

CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DE LEVANTADORES DE POTÊNCIA PARTICIPANTES DO XXIII CAMPEONATO BRASILEIRO DE POWERLIFTING

Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1415-8426 Artigo original
João Augusto Reis de Moura
Jairo Jerônimo de Barros
Mauriti Marcos Cardoso Júnior
RESUMO:
Este estudo teve como objetivo traçar características morfológicas de atletas homens e mulheres de diversas faixas etárias da elite do levantamento de potência nacional que participaram do XXIII Campeonato Brasileiro de Powerlifting realizado em Brusque (Santa Catarina). Para tal 51 atletas (38 homens e 13 mulheres) de levantamento de potência participaram de mensurações antropométricas de dobras cutâneas (DC), perímetros corporais (PC), diâmetros ósseos, massa corporal (MC) e estatura. Também foram determinados valores da composição corporal em dois componentes. Os atletas foram avaliados de um a dois dias antes da competição sendo todos voluntários e procedentes de várias regiões do Brasil tendo sido classificados em seletivas estaduais. Os resultados apontaram o tecido magro abaixo do verificado em atletas internacionais de potência, porém com tecido gordo acima destes, sendo que, nas atletas mulheres esta gordura é mais proeminente nas extremidades corporais apresentando-se mais intensa nos membros inferiores. Os atletas apresentaram uma distribuição de gordura equilibrada entre os segmentos e tronco. Conclui-se que os atletas brasileiros de powerlifting apresentam magnitude dos componentes corporais que divergem dos internacionais com peculiaridades nos valores de DC e PC em função da faixa etária. Palavras-chave: antropometria, perfil morfológico, levantamento de potência.